A Apple aumenta os preços do iPhone, fecha lojas permanentemente nos Estados Unidos, 48 desenvolvedores chineses registram queixa contra a empresa, uma falha de segurança irreparável em seus processadores é descoberta, o motivo da descontinuação do suporte ao watchOS 27 para diversos modelos de relógio é revelado, o recurso de modo de recuperação é adicionado ao iOS 27, a produção de telas dobráveis para iPhone é iniciada, a Meta lança seus novos óculos inteligentes e outras notícias interessantes surgem nos bastidores…

A Apple aumenta os preços de seus produtos.

A Apple anunciou uma ampla onda de aumentos de preços na maioria de seus dispositivos, citando custos recordes para chips de memória e armazenamento devido a uma grave escassez global de suprimentos. Em uma mudança drástica em relação à sua política anterior de absorver as flutuações nos preços dos componentes, o CEO Tim Cook confirmou que o aumento de preços era "inevitável", uma medida que a empresa não via há 40 anos. Essa decisão coloca a Apple entre as principais empresas de tecnologia, como Samsung e Microsoft, que também aumentaram seus preços recentemente. Atualmente, o iPhone, os AirPods e alguns acessórios são os únicos produtos que escaparam desse aumento de preços.
As alterações de preço mais significativas para os dispositivos foram as seguintes:
◉ Computadores: O preço do MacBook Pro subiu para US$ 1,999 (de US$ 1,699), o do MacBook Air para US$ 1,299 (de US$ 1,099), enquanto o preço do Mac Studio com o processador (M3 Ultra) saltou de US$ 3,999 para US$ 5,299 e o do MacBook Neo subiu para US$ 699.
◉ Tablets e dispositivos domésticos: O preço do iPad Pro subiu para US$ 1,199, o do iPad Air para US$ 749, o da Apple TV para US$ 199, o do HomePod Mini para US$ 129 e o do HomePod para US$ 349.
◉ O preço dos óculos Vision Pro aumentou para US$ 3,699.
Diante dessa crise, os relatórios indicam que essa tendência pode continuar nas gerações futuras, já que os preços de modelos como o “iPhone 18 Pro” devem começar em valores elevados, podendo chegar a US$ 1,399, colocando os usuários diante de uma nova fase de aumento nos custos de dispositivos inteligentes em todo o mundo.
A produção do iPhone dobrável começou apesar dos desafios técnicos.
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A Apple está se preparando para iniciar a produção em massa de seu novo telefone dobrável, provavelmente chamado de iPhone Ultra, no final de julho, mantendo seus planos de lançamento em setembro. Apesar de enfrentar alguns desafios técnicos relacionados ao mecanismo de dobradiça que permite que o telefone dobre, como pequenos ruídos durante repetidos testes de durabilidade, relatos indicam que a Apple conseguiu resolver a maioria desses problemas. O telefone terá um design semelhante a um livro, uma tela avançada de alta resolução e será mais leve. Espera-se que inclua tecnologias de ponta, como um processador potente e um sensor de impressões digitais, com um preço estimado em torno de US$ 2000. Isso representa uma jogada ousada da empresa para entrar no mercado de telefones dobráveis.
Mudanças significativas na loja de aplicativos do Google

Em resposta a contestações judiciais, o Google decidiu fazer mudanças significativas em sua loja de aplicativos em todo o mundo. Em breve, começará a reduzir as taxas cobradas dos desenvolvedores de aplicativos e permitirá que eles ofereçam métodos de pagamento alternativos, em vez de ficarem limitados ao sistema próprio do Google. Em vez das altas taxas anteriores, o Google adotará uma nova estrutura de preços baseada na receita anual dos desenvolvedores, tornando-a mais flexível e equitativa. Embora o Google pretenda implementar essas mudanças gradualmente em diferentes países, especialistas acreditam que essa medida pode aumentar a pressão sobre a Apple para que ela ajuste suas políticas de loja de forma semelhante, abrindo caminho para uma concorrência mais justa no mercado global de aplicativos.
A Apple corrigiu uma falha que permitia contornar a fila para acessar a inteligência da Siri.

Na atualização beta mais recente do macOS 27, a Apple desativou uma solução alternativa que permitia aos usuários de Mac pular a fila e acessar instantaneamente a nova versão inteligente da Siri. Anteriormente, os usuários podiam ativar esse recurso com um simples comando do sistema, mas muitos confirmaram que esse método não funciona mais com a atualização. Alguns que haviam ativado o recurso anteriormente perderam o acesso e voltaram para a fila. Parece que a Apple agora está utilizando um sistema de verificação centralizado em seus servidores, o que sugere que está tentando gerenciar gradualmente o fluxo de usuários para a nova IA, evitando sobrecarregar seus sistemas. Embora alguns usuários estejam tentando encontrar maneiras alternativas de acessá-la, a melhor opção por enquanto é esperar, já que a Apple só começará a liberar o recurso para novos assinantes em alguns dias.
A Meta lança seus óculos inteligentes.

A Meta lançou uma nova linha de óculos inteligentes, com preços a partir de US$ 299, tornando-os mais acessíveis do que seus modelos anteriores. Os óculos estão disponíveis em três designs diferentes e oferecem recursos avançados, como câmera de 12 megapixels, bateria de longa duração e suporte para um sofisticado modelo de IA que fornece tradução em tempo real para 20 idiomas, incluindo o árabe. Com essa iniciativa, a Meta visa consolidar sua liderança no mercado de óculos inteligentes antes da esperada entrada da Apple no próximo ano.
Estima-se que a Apple esteja se preparando para lançar seus próprios óculos inteligentes em 2027, que contarão com câmeras, microfones e a assistente virtual Siri, sem tela integrada, o que os colocará em concorrência direta com os produtos da Meta. Em resposta a essa concorrência, representantes da Meta reconheceram a força da Apple no design de dispositivos e na oferta de uma experiência de usuário superior, enfatizando que levam os planos da Apple muito a sério. Assim, o mercado de tecnologia presencia uma acirrada corrida para oferecer dispositivos vestíveis que combinem inteligência artificial com design moderno e intuitivo.
Estudo: iPhone dobrável pode perder uma parcela significativa do seu valor no primeiro ano.

Um estudo recente da SellCell sugere que o preço do próximo iPhone dobrável, estimado em US$ 2000, poderá cair significativamente no primeiro ano de lançamento. Com base nas taxas de depreciação atuais para celulares dobráveis, o aparelho poderá perder aproximadamente US$ 1292 do seu valor original. Essa categoria de celulares tende a perder mais de 60% do seu valor em um ano, uma taxa muito superior à dos smartphones tradicionais.
No entanto, o estudo indica que os dispositivos da Apple historicamente têm se saído melhor na retenção de seu valor de revenda em comparação com outros fabricantes. Se o iPhone dobrável tiver um desempenho semelhante aos modelos atuais do iPhone 16, a depreciação poderá ser um pouco menor, em torno de US$ 1000. Apesar dessa melhoria esperada graças à marca Apple, a realidade é que os usuários que planejam comprar esses dispositivos caros devem estar cientes de que seu investimento pode sofrer uma queda significativa no valor em um curto período de uso.
O novo recurso "Ditado Inteligente" do iOS 27 requer ativação manual.

A primeira versão beta do iOS 27 revelou que o recurso avançado de ditado por voz com inteligência artificial não funciona automaticamente; ele requer ativação manual pelo usuário. Esse novo recurso depende do sofisticado modelo de IA da Apple, que opera inteiramente no dispositivo, sem conexão com a internet. Isso lhe confere uma capacidade superior de compreender a fala com alta precisão, corrigir a pontuação e formatar o texto muito melhor do que os sistemas anteriores. Devido à complexidade dessa tecnologia, a Apple limitou sua disponibilidade aos seus dispositivos de ponta mais recentes, como o iPhone 17 Pro, o iPhone Air e alguns modelos de Mac e iPad com bastante memória RAM. Embora esse modelo também seja responsável pelas novas vozes da Siri, o recurso permanece opcional por enquanto, e ainda não se sabe se a Apple o habilitará automaticamente quando o sistema for lançado oficialmente ainda este ano.
A Apple autorizou o início da produção de telas dobráveis para o iPhone.
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A Apple adotou os displays OLED dobráveis da Samsung Display para produção em massa após a empresa demonstrar sua capacidade de atender a rigorosos padrões de qualidade com uma taxa de sucesso superior a 80%. A Samsung deverá produzir aproximadamente três milhões de displays em um pedido inicial ainda este ano, sob um acordo exclusivo que a torna a única fornecedora dessa tecnologia para a Apple por três anos. As etapas finais de montagem desses displays estão sendo realizadas nas fábricas da Samsung no Vietnã, onde os circuitos de controle e os componentes de proteção são integrados para garantir o máximo desempenho.
Essas novas telas utilizam tecnologia avançada que permite a integração de filtros de cor diretamente nas camadas da tela, resultando em telas mais finas e com maior eficiência energética, além de brilho e vida útil significativamente aprimorados. O iPhone dobrável deverá apresentar uma tela interna de 7.8 polegadas e uma tela externa de 5.5 polegadas, ambas equipadas com o processador A20 e a tecnologia de reconhecimento de impressões digitais Touch ID. Com a data de lançamento se aproximando e um preço estimado em torno de US$ 2000, esses avanços tecnológicos refletem a forte disposição da Apple em entrar no mercado de telefones dobráveis com altos padrões de fabricação.
O iOS 27 adiciona um recurso de “modo de recuperação”

A Apple adicionou um recurso de "Modo de Recuperação" ao seu novo sistema operacional iOS 27, permitindo que os usuários reparem seus dispositivos por meio de uma interface leve e simplificada, sem a necessidade de um computador, como era exigido anteriormente. Esse recurso é facilmente ativado pressionando e segurando o botão liga/desliga durante a inicialização. Um menu é exibido, permitindo que os usuários atualizem o sistema, diagnostiquem problemas ou até mesmo apaguem completamente o dispositivo, além de ferramentas automatizadas para auxiliar na solução de problemas. Essa adição é uma solução inteligente e prática em emergências de software, como falhas em atualizações do sistema, pois oferece aos usuários a capacidade de restaurar a estabilidade de seus dispositivos de forma totalmente independente — um recurso anteriormente limitado a computadores Mac mais recentes.
A Apple explica por que o suporte ao watchOS 27 foi descontinuado para muitos modelos de Apple Watch.

A Apple explicou que o motivo pelo qual o watchOS 27 não é compatível com cinco modelos de seus smartwatches, como o Apple Watch 6, 7, 8 e o Ultra original, se deve aos altos requisitos de desempenho dos novos recursos, principalmente a inteligência da Siri e os novos gestos de toque.
Representantes da empresa confirmaram que esses recursos funcionam de forma eficiente apenas com o poder de processamento do Apple Watch Series 9 e modelos posteriores, bem como com os modelos Ultra 2 e SE 3. A Apple pretende oferecer uma experiência unificada e inteligente com esta atualização, conectando o relógio ao iPhone de forma integrada e permitindo que os usuários acessem seus dados pessoais via Siri, independentemente da localização. Embora os novos recursos não estejam disponíveis nesses modelos mais antigos, a empresa garantiu aos usuários que seus relógios continuarão funcionando normalmente e receberão as atualizações de segurança necessárias para garantir sua proteção.
Uma falha de segurança irreparável em processadores Apple mais antigos.

A empresa de pesquisa de segurança Paradigm Shift revelou uma nova vulnerabilidade nos processadores A12 e A13 usados em iPhones lançados entre 2018 e 2019, como o iPhone XS e a série iPhone 11. A vulnerabilidade reside em sua localização na memória somente de inicialização (BOOTROM), que é programada dentro do chip durante a fabricação. Isso significa que ela faz parte do hardware do dispositivo e não pode ser corrigida por meio de atualizações de software padrão, deixando os dispositivos afetados vulneráveis a esse tipo de ataque durante toda a sua vida útil.
Essa vulnerabilidade, denominada “usbliter8”, explora uma falha de software no controlador USB do processador. Um invasor pode manipular o fluxo de dados durante a inicialização do dispositivo para acessar áreas restritas da memória. Embora esse processo seja complexo e exija conhecimentos técnicos avançados, uma exploração bem-sucedida concede ao invasor controle total sobre o processador, permitindo contornar medidas de segurança e executar softwares não autorizados. Felizmente, os modelos mais recentes de iPhone com processadores A14 e posteriores não são afetados por essa vulnerabilidade, pois possuem recursos de segurança adicionais que resolvem esse problema em nível de hardware.
Notícias diversas
Quarenta e oito desenvolvedores chineses apresentaram uma queixa formal contra a Apple devido às taxas da App Store, acusando a empresa de impor comissões elevadas e injustas de até 25% sobre aplicativos e compras dentro dos aplicativos. Os desenvolvedores pediram às autoridades chinesas que investiguem e punam a Apple, salientando que a empresa reduziu as taxas em outros países, como Brasil e Japão, e até permitiu lojas de aplicativos alternativas, como fez na União Europeia, o que poderia reduzir a comissão para 5%. Este caso faz parte de uma série de disputas legais contra a Apple na China e globalmente, à medida que a empresa enfrenta crescente pressão dos órgãos reguladores sobre as políticas da App Store, apesar de seu sistema gerar vendas massivas que ultrapassarão US$ 1.4 trilhão em 2025, incluindo US$ 562 bilhões do mercado chinês.
A Tata Electronics India, uma importante parceira de fabricação da Apple, confirmou ter sofrido um ataque cibernético que vazou mais de 200 mil arquivos confidenciais na dark web, incluindo documentos de projeto de componentes do iPhone, e-mails e dados de funcionários. Acredita-se que o grupo responsável pelo ataque tenha exigido um resgate, e a Apple iniciou uma investigação interna para determinar a extensão da violação. Este incidente representa mais um golpe para a Tata, que também enfrenta investigações ambientais, e aumenta a pressão sobre a Apple, que depende cada vez mais da produção fora da China.
A Apple anunciou que o aplicativo Utilitário AirPort não estará mais disponível na App Store com o iOS 27, pois não é mais totalmente compatível e pode não funcionar corretamente. Usuários que já o baixaram podem reinstalá-lo, mas a empresa esclareceu que o desempenho não é garantido nem no iOS nem no macOS Golden Gate. Essa decisão encerra efetivamente o suporte para dispositivos AirPort mais antigos, como o Extreme e o Time Capsule, especialmente após a falha do recurso Time Machine nesses dispositivos, confirmando que a empresa não planeja mais atualizá-los.
Segundo um novo relatório do jornalista Mark Gurman, a Apple planeja apresentar o Apple Watch Ultra 4 juntamente com o Apple Watch Series 12 em setembro, junto com os novos modelos do iPhone 18. A quarta geração do relógio Ultra pode apresentar um design completamente novo e melhorias significativas em seus sensores, com rumores sugerindo testes do Touch ID para maior segurança. A Apple também estaria trabalhando em tecnologias futuras, como uma nova tela OLED com tecnologia HMO, com lançamento previsto para 2027. Além disso, espera-se que o watchOS 27 introduza novos mostradores, incluindo uma versão atualizada da interface Modular Ultra.
A Apple encerrou hoje permanentemente três de suas lojas nos EUA: Trumbull, em Connecticut; North County, na Califórnia; e Towson Town Center, em Maryland, sendo esta última a primeira Apple Store a se sindicalizar. A empresa explicou que a decisão se deve à queda no movimento comercial nesses shoppings. No entanto, os fechamentos geraram controvérsia, pois os funcionários sindicalizados de Towson não receberam transferências como seus colegas em outras lojas, optando, em vez disso, pelos pacotes de indenização estipulados no acordo coletivo. Essa medida levantou preocupações de que a filiação sindical nem sempre protege os funcionários, uma situação que poderia beneficiar a Apple, que historicamente se opõe aos esforços de sindicalização.
A Apple anunciou mudanças significativas na App Store do iOS no Brasil, permitindo que desenvolvedores distribuam aplicativos para iPhone por meio de lojas de aplicativos alternativas e aceitem pagamentos de plataformas de terceiros, embora algumas taxas ainda sejam cobradas. A comissão dentro da App Store foi reduzida para um máximo de 21%, podendo chegar a apenas 10% para alguns aplicativos, enquanto os aplicativos fora da loja terão uma taxa de 5% como custo técnico básico. Essa medida surge em resposta à pressão de órgãos reguladores brasileiros e é semelhante a ações anteriores tomadas pela Apple na União Europeia, Japão e Coreia do Sul, apesar dos alertas sobre riscos à privacidade e segurança, principalmente para crianças.
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